terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Juliana Rezende/Globo.com

Lázaro

Nesta sexta-feira, 5, será exibido o último capítulo da primeira temporada de "O Paí, Ó", que traz o ator Lázaro Ramos no papel do poeta Roque. O projeto, que começou no teatro com o grupo "Bando de Teatro Olodum", passou pelo cinema e agora retorna aos palcos apresenando a mesma história encenada no ano de 1992. Além do último na televisão, nesta sexta-feira também estréia a peça que leva o mesmo nome da série e que conta com a direção de Márcio Meirelles. Longe de palcos e trabalhando no espetáculo como produtor associado, Lázaro falou com exclusividade ao EGO sobre esse novo momento em sua carreira profissional.


EGO: Após 16 anos desde a estréia no teatro, o que realmente mudou desde a primeira montagem de "O Paí; Ó"?
LÁZARO RAMOS: Tudo nessa peça foi resgatado da montagem original em 1992. Os figurinos e toda a estrutura são originais. A única coisa que é novidade, são os instrumentos melódicos que se acoplaram aos de percussão. A história é a mesma da época, inclusive com os mesmos atores do grupo.

Como é estar do outro lado do espetáculo?
Agora mesmo estava assistindo ao ensaio e percebi pequenos detalhes da nossa cultura que precisam ser mostrados para o grande público. Não acho que o teatro feito no Rio ou em São Paulo represente a totalidade. Essa temporada aqui no Rio vai ser uma ótima oportunidade para as pessoas refletirem sobre essa questão. O bom de estar no outro lado é justamente isso, ter a possibilidade de perceber detalhes que em cena acabam passando despercebidos.

Você sentiu muita diferença quando o roteiro de "O Paí, Ó" deixou os palcos e partiu para o cinema e a televisão?
Vou te dizer que não somente eu, mas como grande parte do grupo ficamos com um certo medo de partir para produções maiores. Eu particularmente contornei o medo e tive muito a proteção da minha diretora Monique Gardenberg e também da sempre companheira Paula Lavigne. 

Na televisão, o público brasileiro acompanhou semanalmente as histórias de pessoas diferentes que vivem um cotidiano em comum, entre idas e vindas no Pelourinho. Como foi o processo de criação desses personagens? 
Apesar de grande parte da história se passar em um cortiço, a base dos personagens são as ruas do Pelourinho. Durante o processo de criação, cada ator saiu pela localidade em busca de uma pessoa que mais atraísse. Foi então que analisamos os comportamentos e criamos nossos personagens.


Quais são os seus projetos para o próximo ano? 
Terminei de gravar "Decamerão", um dos especiais de fim de ano da TV Globo. Por enquanto ainda não tenho nenhum projeto engatilhado para 2009. No momento, preciso convencer os meus companheiros do grupo de teatro a ficar comigo na passagem de ano. Vai ser uma boa, eles ficam em cartaz mesmo até o dia 22 de dezembro e não custa nada dar uma esticadinha.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008


Rio - Com a presença de Lázaro Ramos, com quem reatou após oito meses de separação, e um bolo em formato de coração, a atriz Taís Araujo comemorou seus 30 anos em uma megafesta em Copacabana, na sexta. "Sou toda coração", declarou ela, que recebeu amigos como Vladimir Brichta e Adriana Esteves, Claudia Jimenez e Carolina Dieckmann na cobertura da socialite Claude Amaral Peixoto, alugada para o evento.

 
Lázaro saiu por volta das 3h25, antes do parabéns, mas a festa seguiu animada, com trilha sonora eclética, que ia de 'Evidências', de Chitãozinho e Xororó, a 'Baba Baby', de Kelly Key.

Entre as convidadas chamaram a atenção o modelito verão e as pernas de fora das apresentadoras Adriane Galisteu e Angélica, ao lado do marido, Luciano Huck. Em vez de presentes, a aniversariante pediu brinquedos para doar ao Hospital do Câncer, e foi prontamente atendida por convidados com Preta Gil, que caprichou nos embrulhos.

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domingo, 30 de novembro de 2008


Nos últimos tempos, ver Lázaro Ramos na TV tem sido certeza de menção a temas sociais.
Em 2006, ele estreou em novelas como Foguinho, de "Cobras & Lagartos", um malandro de bom coração que se apoderava, indevidamente, da fortuna alheia.

Já em "Duas Caras", o tom mais sério de Evilásio serviu para debater questões de preconceito racial. "Não é que seja uma bandeira ou uma atitude política. Mas esse comportamento faz parte da minha formação. É como eu lido com o mundo, como artista", sintetiza ele, atualmente no ar em "Ó Paí, Ó" na pele de Roque, um aspirante a cantor que precisa "se virar" para sobreviver nas ruas do Pelourinho, bairro histórico de Salvador, na Bahia.

Não é coincidência, portanto, o fato de que também o semanal levante bandeiras. O próprio Lázaro reconhece a proximidade entre ele e o personagem, também vivido por ele no longa homônimo, dirigido por Monique Gardenberg e lançado em 2007. "Foi maravilhoso interpretá-lo porque é um personagem que tem muito a ver comigo. É uma mistura de homem apaixonado com militante de causas sociais da comunidade", resume.

O tom questionador, porém, não é razão para cara amarrada. Dono de uma carreira marcada por sucessos na comédia, o ator é a favor de deixar de lado a seriedade quase obrigatória quando se fala de assuntos como pirataria, dívidas bancárias e união homossexual.




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Em Cena

Para ajudá-lo na empreitada, Lázaro tem contado com a ajuda do Bando de Teatro Olodum. Até há pouco desconhecidos na televisão, os atores do grupo mantêm-se firmes no posto de "ídolos" do colega famoso. "É impressionante contracenar com eles. O Bando tem um tempo de comédia que é espetacular e que não é dado por nenhuma edição", valoriza. Inicialmente vinculado ao bloco de carnaval Olodum, o Bando é conhecido por iniciar candidatos a atores nos meandros das artes dramáticas, através de diversas oficinas – algumas, gratuitas. "A base do grupo é artística como poucas. Eles são autores também, criam espetáculos. Às vezes, uma orientação deles na abordagem de um personagem muda completamente a visão que tenho dele", garante Lázaro.

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sábado, 29 de novembro de 2008

Isac Luz/Globo.com

 Lázaro e Taís

Segundo a coluna "Retratos da Vida" no jornal "Extra" desta sexta-feira, 28, o ator Lázaro Ramos foi visto entrando pela porta dos fundos do prédio da ex-mulher, Taís Araújo, na terça-feira, 25, dia do aniversário da atriz. 

 A coluna diz que os dois estão "ficando", e evitam serem fotografados juntos.

 Que perseguição, né? Que mal há em ex-casais matarem a saudade de vez em quando?


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domingo, 9 de novembro de 2008

Marcos Porto/Ag News

Superamigos na vida real, Vladimir Brichta e Lázaro Ramos foram juntos assistir ao espetáculo "Clandestinos", no Rio, na noite deste sábado, 8.  A peça é dirigida por João Falcão, de "A Máquina", que revelou os talentos dos dois atores baianos. Por causa de seus atuais personagens, eles estão com visuais diferentes: Lázaro com uma longa cabeleira por conta de Roque, de "Ó Paí, Ó", e Vladimir com o bigodinho de Oswaldir, de "Faça sua história".

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terça-feira, 4 de novembro de 2008


Foto: Divulgação

Rio - Separados desde março, quando colocaram um ponto final no casamento de dois anos, Taís Araújo e Lázaro Ramos (foto) reataram. É o que garantem amigos do casal. No período em que passaram longe um do outro, a atriz chegou a namorar por quatro meses o empresário Allan Spinosa — filho do técnico de futebol Valdir Spinosa. Apesar de vários boatos, Lázaro nunca assumiu outro relacionamento.

Ele e Taís levantaram suspeitas de uma reconciliação na sexta-feira, quando o ator foi visto deixando a casa dela, no Leblon, por volta das sete horas da manhã. Dois dias antes, ele também apareceu por lá. Na sexta à tarde, depois de uma gravação de 'A Favorita' com Thiago Rodrigues em um galpão do Rio, Taís seguiu para Santa Teresa, bairro onde Lázaro mora. Procurada pela coluna, ela disse que não podia falar porque estava ocupada, no meio de um trabalho. Lázaro não foi encontrado.

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