sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Lázaro Ramos não ficou em casa, na última terça-feira, dia 2. O ator passeou pelo Leblon, Rio de Janeiro.

Ele se abaixou em uma loja e o fotógrafo não perdeu o momento. Tratou logo de
Wallace Barbosa/AgNews
registrar a hora em que a cueca dele ficou à mostra.

Reparou que Lázaro deixou de lado o cabelo curtinho e está com dread? Pois bem, o moço foi clicado com esse visual no show em homenagem a Tom Jobim, cantado por Roberto Carlos e Caetano Veloso. A apresentação rolou no final do mês passado, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Os atores Flávia Alessandra e Lázaro Ramos subiram ao palco do Brazilian Day neste domingo, 31, em Nova York. Junto com os eles, o vocalista da Banda Eva, Saulo Fernandes - que se apresentou no evento. A 24ª edição da festa foi apresentada por André Marques e Fernanda Lima e ainda teve shows de Lulu Santos e Jorge Benjor.

 

Divulgação /Divulgação

Flávia Alessandra, Lázaro Ramos e Saulo Fernandes no palco do Brazilian Day

Saulo, durante o show da Banda Eva, no Brazilian Day neste domingo, 31. No dia anterior, ele foi a uma feijoada que abre as comemorações do evento


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sábado, 23 de agosto de 2008

Divulgação

Lázaro Ramos pode voltar a dividir a cena com seu amigo Wagner Moura. Os dois tem um projeto para o teatro.

Wagner está, no momento, em cartaz com sua peça Hamlet no Teatro FAAP, em São Paulo. Mas ccomeçou as leituras do novo texto, Amazônia.

Se o projeto for para frente, terá direção de Pedro Cardoso e pode ir para longe: os planos são de entrar em cartaz em Londres.



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quarta-feira, 20 de agosto de 2008


O ator baiano Lázaro Ramos, que foi casado com Taís Araújo por dois anos, está saindo com a atriz Cris Viana, segundo o jornal Agora.

Lázaro e Cris trabalharam juntos na novela "Duas Caras", na TV Globo. O ator ainda não assumiu nenhum relacionamento após o término do casamento com Taís Araújo, em abril deste ano.

O suposto novo casal foi conferir à peça Hamlet, protagonizada pelo amigo Wagner Moura, em São Paulo.

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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A Bahia inspirou grandes histórias na TV. Com Jorge Amado, que deu origem a "Gabriela", "Tieta" e "Porto dos Milagres", ou Benedito Ruy Barbosa, com "Renascer", a teledramaturgia brasileira já retratou os hábitos e costumes do povo baiano. Hábitos e costumes que reaparecem em "Ó Paí, Ó", série que estréia na Globo em setembro.

Mas, ao contrário dos arquétipos mais antigos da baianidade que o telespectador se acostumou a ver, a produção traz personagens com uma roupagem mais contemporânea. "É um recorte dos arredores do Pelô. Vamos contar histórias com o deboche baiano", adianta a diretora geral e responsável pela trilha sonora, Monique Gardenberg.

Adaptada para o cinema --o longa homônimo esteve em cartaz em 2007-- e TV a partir do texto do Bando de Teatro Olodum, a série, que no "baianês" significa "olhe para isso, olhe", retrata o dia-a-dia de sete famílias em um cortiço no Pelourinho, bairro histórico de Salvador. Regadas a música, humor e cores, entrelaçam-se situações cômicas e críticas sociais invariavelmente apresentadas pela comunidade.

O protagonista Roque, interpretado por Lázaro Ramos, é um cantor que usa a ironia e a arte como ferramentas de luta política. "Ele tem um olhar sonhador, mas defende os seus como um herói popular", explica Lázaro, que gravou 12 musicais que serão apresentados ao longo da série e mais 17 canções em estúdio. "Foi divertido. Como minha voz é mais grave, fiz aulas para adaptá-la ao tom mais agudo do personagem", pontua.

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Os atores Érico Brás, Matheus Nachtergaele e Lyu Arison

Para contrapor a luta ética de Roque, Queixão, personagem de Matheus Nachtergaele, promete apimentar ainda mais a já agitada rotina do cortiço. O bandido, que ostenta tatuagens e um figurino espalhafatoso, faz de tudo, desde piratear CDs e táxis até imitar Roque, de quem morre de inveja, em sua forma de cantar e dançar. "Ele é um maluco-beleza baixo-astral e violento ao mesmo tempo. E é bem diferente do Boca", conta Matheus, referindo-se ao vilão interpretado por Wagner Moura no filme. O ator ficou de fora da série por estar em cartaz na peça "Hamlet", de Shakespeare, em São Paulo.

A série foi toda filmada nas ruas da capital baiana e em cortiços do Pelourinho. Desde o início, uma das maiores preocupações de Monique foi garantir autenticidade, por mais adversas que fossem as condições. O figurino, assinado por Cao Albuquerque, foi garimpado em brechós e promete ser fiel à parte da Bahia representada nas histórias. "Rodamos em prédios antigos, apertados. Dependemos de condições climáticas, por exemplo. Mas quis tornar o cenário o mais original possível", avalia Monique.

O grande número de rostos desconhecidos é outro diferencial. Além de nomes consagrados como Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele e Stênio Garcia, que vive o comerciante Jerônimo, a produção conta com jovens talentos baianos. Um deles é Aline Nepomuceno, que vive Dandara, grande amor de Roque. A atriz foi descoberta por Monique Gardenberg durante os testes. Boa parte do elenco também é formada por atores do Bando de Teatro Olodum, que originou a série. "Desde 1990 escrevemos sobre a realidade dessas pessoas e suas condições de vida", conta Érico Brás, ator que viverá o taxista Reginaldo.

Composta por seis episódios - "Mãe e Quenga", "Fiéis e Fanáticos", "Mercado Branco", "Brega", "Bye, Bye Pelô" e "Virado do Avesso" - de 35 minutos cada, "Ó Paí, Ó" conta com quatro diretores. Além de Monique Gardenberg, Mauro Lima, Olívia Guimarães e Carolina Jabour assinam as histórias.

Co-produção da Globo com a Dueto Filmes, a série, que foi toda rodada em película 16 mm, ainda não tem dia nem horário certos de exibição na emissora. Guel Arraes e Jorge Furtado são os responsáveis pela redação final, que inevitavelmente é preenchida pela improvisação dos atores. E pelo sotaque carregado, é claro. "Deixamos aflorar essa naturalidade, que está na veia dos atores do Bando", garante Carolina Jabour.
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A casa é lá na Bahia, onde o ator nasceu. Segundo o jornal Diário de São Paulo, Lázaro tem recebido o elenco de uma série da emissora em que trabalha, em festinhas. O clima é de total descontração. Segundo a publicação, quem já esteve no agito garante que Lázaro e família fazem questão de deixar todo mundo à vontade. No cardápio, comidinhas típicas.

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